A sombra do muro estraga o enquadramento. Esta é a versão deste ano. Mais eucarística.
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domingo, 5 de abril de 2015
quinta-feira, 2 de abril de 2015
iii
Segundo José Torres, presidente da Associação de Artesãos do Minho, ou segundo Avelino Lima, jornalista do Diário do Minho, ou segundo o tipógrafo (ainda há disso?), no "Mercado da Páscoa" a decorrer em Braga até Sábado, há uma oficina do "pão dízimo", que foi o pão comido por Jesus Cristo na última ceia.
Será que um pão dava para dez pessoas?
OK. Vou ser didático. O dízimo era a décima parte do rendimento que os crentes judeus tinham de pagar aos sacerdotes. Regra doutrinal que depois foi praticada, sendo às vezes obrigatória e outras vezes voluntária, dentro de outras denominações religiosas ou como imposto civil em vários Estados ao longo da História. Nada a ver com o pão ázimo, ou pão sem fermento usado pelos judeus nas suas Festas da Páscoa, de acordo com as indicações de Moisés.
Assim se fala em bom religionês.
Será que um pão dava para dez pessoas?
OK. Vou ser didático. O dízimo era a décima parte do rendimento que os crentes judeus tinham de pagar aos sacerdotes. Regra doutrinal que depois foi praticada, sendo às vezes obrigatória e outras vezes voluntária, dentro de outras denominações religiosas ou como imposto civil em vários Estados ao longo da História. Nada a ver com o pão ázimo, ou pão sem fermento usado pelos judeus nas suas Festas da Páscoa, de acordo com as indicações de Moisés.
Assim se fala em bom religionês.
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